Lógica favorável

07/03/2010 por dilminha

Dilma tem a seu favor bandeiras populares, resultados, fartos recursos, time unificado, máquina e padrinho prestigiadíssimo

Carlos Melo - O Estado de S.Paulo
Pingo é letra. Há um ano, avesso ao fla-flu da política brasileira, o bom entendedor já dizia que a candidatura do Planalto adquiria condições de competitividade favoráveis. A variável de mais difícil previsão era a economia, mas, ultrapassada a crise, o governo pôde colher o que plantara com acuidade. Agora, as pesquisas confirmam a lógica: Dilma Rousseff consolida candidatura e, no momento, oferece sólidas condições de vitória. A seu favor, somam-se resultados, otimismo, bandeiras populares, medos e promessas, fartos recursos, um time unificado, máquina, capilaridade territorial, social e tempo de TV, além de prestigiadíssimo padrinho.

Explicam o “fenômeno” fatores classificados como “responsáveis” e “culpados”. Por “responsáveis”, as circunstâncias forjadas na ação do governo, méritos do jogador e seu time que impulsionam e tendem a impulsionar a ministra. Por “culpados”, a sucessão de desacertos, erros e desatinos no campo da oposição. Como tudo, em política não há “sorte”, mas escolhas acertadas (ou não) na dinâmica dos fatos, na vertigem da roda da fortuna.

Forçoso admitir que o saldo das escolhas do presidente Lula parece ser suficiente para conservação e manutenção do poder conquistado em 2002. Ao compreender o movimento do mundo, o papel das finanças, a trajetória econômica que o País percorria e as poucas opções de que dispunha, preferiu não reinventar a roda: deu continuidade, reforçou fundamentos e adquiriu a imprescindível credibilidade.

Abaixou a poeira, garroteou seu partido, asfixiou a esquerda, contemporizou, cooptou, dividiu, distribuiu renda, formou mercados, incluiu multidões ao mesmo tempo em que viabilizava conglomerados, fusões e aquisições. Alterou a face social e a composição do poder econômico; constituiu um novo “bloco no poder”; apareceu para o mundo. Mesmo sem resolver outras questões básicas, implementou fuga para frente. Transgrediu, decepcionou a alguns? Provavelmente. Mas deu certo.

Na ambiguidade que, acima de tudo, o caracteriza, Lula contemplou “os debaixo” com políticas públicas e efeitos da estabilidade; apaziguou os “de cima”, respeitando contratos, garantindo regras, mantendo Meirelles. Não contrariou, conciliou. No plano parlamentar, juntou joio e trigo; no administrativo, gregos e troianos; na economia, ortodoxos e heterodoxos. Sob qual outro presidente o Banco Central de Meirelles conviveria com a equipe de Guido Mantega?

Chega ao último ano de mandato com ousadia para fazer de uma gestora tecnicamente qualificada e politicamente disciplinada - sem raízes históricas no PT, experiência eleitoral e luz própria - a candidata cuja missão consiste em dar continuidade ao governo, administrando um projeto de poder com a lealdade dos militantes, sem a presunção das prima-donas e a aleivosia natural das estrelas do partido, com deferência ao líder, a quem se refere como “o presidente”, às vezes “o mestre”.

Em política, nada é fortuito. A façanha não se sustenta somente pelo carisma que hoje é atribuído ao ex-metalúrgico; bom lembrar que, no passado, o “cara” perdeu três eleições, duas no primeiro turno. Antes, o carisma presente é consequência dos resultados que entregou. No mais, é importante também admitir o bocado da oposição na consolidação do nome da ministra. Eis a categoria dos culpados.

Ranços, piadas e e-mails recheados de preconceito ocupam a atenção de parte da classe média tucana. De nada servem. A verdade é que, sistematicamente, a oposição e sua base recusaram-se a decifrar Lula, que, como a esfinge, os devora. Acostumou-se a subestimar Luiz Inácio, talvez, em virtude das vitórias de FHC, talvez por soberba. O fato é que não se acreditou que, presidente, pudesse se converter ao ideário de Pedro Malan, tão racional quanto inescapável. Dizia-se que manietado seria por Dirceu e companheiros. Sonharam com um governo reduzido ao inferno da inflação e aos protestos de rua. Iludidos com o mensalão, apresentaram, na reeleição, candidato incapaz sequer de defender o celular que, após as privatizações, o cidadão, alegre, traz no bolso. Em 2006, foram jantados e não admitiram.

Com o sucesso de José Serra em 2004, 2006 e 2008, ungiram-no candidato natural. Acreditando em predestinação, notórias divergências tucanas foram ignoradas. Mas incríveis são as dificuldades de Serra se fazer opção do PSDB: em 2002, a briga com Tasso; em 2006, a disputa com Alckmin; agora, queda de braço com Aécio. No desespero de correligionários e aliados, mesmo antes de virar candidato corre o risco da cristianização.

Especialista em wishful thinking, o PSDB exercita sua propensão a acreditar que as coisas serão do modo como deseja: ora afiança que “na campanha, Dilma será um desastre”, ora que “o PT não a deixará governar”; ora que “um escândalo mudará a cena”, ora que “Lula não transferirá votos”, ora que Aécio aparecerá para salvar a lavoura. Ora, ora, ora… Foge-se do essencial: não é Dilma que enfrentarão, o adversário é Lula e toda sua fortaleza. O presidente não será rei posto, posto que está bem vivo. Dilma é seu lugar-tenente.

Melhor seria trabalhar, formular crítica substantiva, programática; de modo inteligível, qualificar “o futuro” e o que afinal se entende por “continuidade sem continuísmo”, “lulismo sem Lula”, “pós-Lula”; propor a reforma de um sistema deletério; definir a estratégia e o líder capaz de efetivá-la. Sem isso, o resto é silêncio entremeado por muxoxos.

Claro, nada está definido. A vida é volátil e as certezas traiçoeiras. O fato novo é hipótese sempre plausível. Também verdade é que a variável sob maior expectativa será o desempenho pessoal da candidata. Realmente, a ministra não é exemplo de carisma e simpatia televisiva. Mas, ainda que testado e experiente, o mesmo se pode dizer de José Serra. Nesse quesito, os times terão que suar bastante.

Cientista político, doutor pela PUC-SP, professor de Sociologia e Política do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper). É autor de Collor: o Ator e suas Circunstâncias

ANDEI SUMIDA DE ESCREVER

23/08/2009 por dilminha

ANDEI SUMIDA NA ESCRITA, PORÉM ATENTA QUE TEM O NOME DA DILMA. TRABALHO DEMAIS DILMINHA. DESCULPAS, TÁ?
HJ KERO VOLTAR A FALAR COMO SE FOSSE UM DIARIO. VOLTAR A ADOSLE]ÊNCIA QDO ESCREVIA ESCONDIDO MEU DIÁRIO E NÃO ESNCONTRAVA LOCAL P ESCONDER RECEOSA QUE MEUS IRMÃOS E MEUS PAIS VISSEM MEUS ESCRITOS. TD ISSO POR TIMIDEZ. ERA TD TÃO BELO.
MAS VAMOS A DILMINHA : QUERIDA , ANDO MTO FELIZ QUE TENHA SE SAÍDO LAVADA DESSA IMPUREZAS QUE QUEREEM ACRESCENTAR A SUA PESSOA. PQ HÁTANTA MALDADE HUMANA? IMAGINA SE QUEM FIZESSE O MAL PASSASSE EPLO MAL. TENHO A CERTEZ QUE SUA VIDA VAI FICAR TRANQUILA NO MOMENTO EM QUE NÓS, O POVO, ESTIVERMOS DO SEU LADO, FORTALECENDO-A E CLAMANDO POR: DILMA, DILMA DILMA. SABE QUE SEU NOME VAI FICAR MARCADO PARA SEMPRE? VC SERÁ NOSSA PRESIDENTE. QUEREMOS MULHERES OUSADAS, CORAJOSAS E PREPRADAS PARA TAL CARGO. SE VC É DA EQUIPE DO LULA, ENTÃO JÁ CONHECE TODO PROCEDIMENTO E DIREÇÃO QUE O PAÍS DEVE TOMAR. ABRA SEUS BRAÇOS E A CABEÇA PARA RECEBER O POVO BRASILEIRO QUE ESTA SONHANDO QUE SEJA DEFINIDA SUA CANDIDATURA.
MEUS AMIGOS E COLEGAS ( OS HOMENS) TB QUEREM VC NA PRESIDENCIA.
aH, QUERIDA, VOU TER DE SAIR . JÁ ME CHAMAM P ALMOÇAR.
VOLTAREI LOGO MAIS.
FICA COM DEUS!!!
SEJA ILUMINADA!!

Dilma admite possibilidade de Marta disputar governo de SP

08/08/2009 por dilminha

Dilma admite possibilidade de Marta disputar governo de SP
“Quanto mais mulher melhor”, afirmou a ministra ao ser questionada se dividiria uma chapa com Marta

Clarissa Oliveira e Tomas Okuda, da Agência Estado
SÃO PAULO - Em meio à negociação entre PT e PSB sobre uma possível candidatura do deputado Ciro Gomes (PPS-CE) ao governo paulista, a chefe da Casa Civil e candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, admitiu neste sábado, 8, a possibilidade de a ex-prefeita Marta Suplicy representar seu partido na corrida para o Palácio do Bandeirantes. “Quanto mais mulher melhor”, afirmou Dilma, ao ser questionada se gostaria de dividir uma chapa em que Marta seja a candidata ao governo. “Acho que as mulheres são muito unidas nisso”, respondeu Marta. As duas chegaram juntas na tarde deste sábado, por volta das 17h10, ao evento de encerramento das Caravanas do PT de SP, que reúne militantes e lideranças do partido na Quadra dos Bancários, região central da capital paulista.

Marta tem dito a aliados que pretende disputar a eleição do ano que vem, mas que ainda não decidiu para qual posto vai se lançar. O desgaste da derrota na última corrida municipal, entretanto, jogou contra a ex-ministra nas conversas para a definição do candidato petista ao governo estadual.

Sem candidato natural, o PT vem avançando na negociação com Ciro. Na próxima quarta-feira, o deputado vai se reunir em Brasília com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do PSB, governador Eduardo Campos (PE), além de dirigentes dos dois partidos.

Na saída do almoço, Marta e Dilma minimizaram as conversas com o PSB. “Tenho a impressão de que esta é uma questão que vai se colocar para o partido em algum momento. Nós ainda estamos numa fase em que não estamos discutindo. É uma situação em que está tudo muito aberto. O partido agora está mais preocupado em se organizar”, disse Dilma. “Temos que, primeiro, aglutinar o partido e torná-lo muito sólido na nossa candidatura presidencial. E acho que não teremos nenhum problema aqui em ter uma representação, seja ela a que nos convier”, completou Marta.

Dilma aproveitou a ocasião para comentar a possibilidade de a senadora Marina Silva (PT-AC) sair candidata à presidência no ano que vem. Marina recebeu um convite do PV e estuda a possibilidade de deixar o PT para concorrer. Apesar das divergências entre as duas quando Marina deixou o Ministério do Meio Ambiente, no ano passado, Dilma manteve o tom diplomático. “Acho que a Marina, sempre, em qualquer processo é bem vinda, não acho que seja um problema a Marina”, disse a chefe da Casa Civil, dizendo não partir do princípio que a senadora vai de fato trocar de partido. “Para mim, a Marina é do PT.”

Na segunda-feira (10) a ministra faz balanço regional do PAC no Rio Grande do Norte, no centro de convenções de Natal, e na terça-feira tem compromissos em Mossoró(RN).

Diálogos comprometem Yeda em casos de fraude no RS

08/08/2009 por dilminha

Diálogos comprometem Yeda em casos de fraude no RS

CARLOS ALBERTO FRUET - Agencia Estado

PORTO ALEGRE - Diálogos entre o empresário Lair Ferst e o representante do governo gaúcho em Brasília, Marcelo Cavalcante, comprometem a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), nos casos de fraudes no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e em licitações de obras públicas. As gravações foram tornadas públicas pelos jornais Zero Hora e Correio do Povo.

Os trechos revelam que Yeda sabia de tudo o que estava acontecendo durante sua campanha e também sobre a fraude de R$ 44 milhões no Detran gaúcho. Além disso, as conversas indicam que Yeda recebeu R$ 250 mil, por fora, para completar o pagamento da casa que ela comprou, por R$ 1 milhão. No contrato de compra do imóvel, porém, consta o valor de R$ 750 mil.

Esses R$ 250 mil, segundo Lair Ferst, saíram de um total de R$ 400 mil doados por duas empresas fumageiras de Santa Cruz do Sul, a Alliance One e a CTA, à campanha da governadora, uma semana depois da eleição. A coordenadora de comunicação da Alliance, Deise Kanitz, disse que a empresa realizou a doação em um processo transparente, que não fere a política da empresa. Um dos diretores da CTA , Allan Bichinho, negou o repasse.

Sra. ministra, minha futura presidenta!!! Hj vou escrever meu diário do meu pensamento sobre a senhora. Inicialmente quero dizer que jamais fui petista. Não gosto do Lula, aliás, não simpatizo com àquela simpatia dele. Pessoas simpáticas demias me irrita, pode? A senhora é meio termo, usa a simpatia e a cara fechada nas horas certas. Pelo menos é sta a impressão que me passa. Tenho andado lendo sobre a senhora e alguns fatos não sei ainda se os julgue verdadeiros ou falsos. Estou como em concurso público : marcar o certo ou o errado. Tenho um lado “teimoso” e não quero aceitar tudo da forma q está ali escrito na internet. Quantas insinuações e desdém. Outros admirações e aspirações. Como nada na vida é perfeito e não vivemos de passado, creio que é bom lembrar que , se se for verdade que a senhora “mexeu em um cofre”, isso me deixa boquiaberta pq eu não teria tido à sua coragem. Comprrendi os motivos políticos e até tem o aspecto engraçado. Mas isso é passado e acredito que seu querer agora é colocar no cofre e ajudar o nosso país e fazer uma boaa dministaração. Não sei o porquê, mas gosto da senhora. Queria mto que a senhora se recuperasse totalmente e tivesse condições totais de “trabalhar ferrenhamente” nesta campanha. Quisera poder está perto , acompanhando passo à passo seus percurso por esse imenso Brasil. Mas fique certa q estarei com uma equipe mto boa ajudando na sua campanha. Voto Dilma 2010, pq sou cidadã de boa fé. Um abraço mesmo de longe , já que de perto não poderei dar. Deus proteja e mta força !!

01/08/2009 por dilminha

Farei mtos comentários no decorrer do sonho em ter a ministra como presidenta do nosso lindo país tropical. Boa sorte à todos que puderem contribuir!

01/08/2009 por dilminha

Hello world!

01/08/2009 por dilminha

Bem vindo ao Blog de Apoio Rede de Blogs Dilma. Esse e o primeiro Post. Sucesso!

dilminha.dilma2010.net.br


Blog Dilma 2010